Junho 2, 2009...4:14 pm

não quero usar ‘aniversário’ no título. prefiro mesóclise.

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Vinte e um: definitivo.
Em números corridos – aqui pretendo ser mais polida -, uma semana de oito dias e um dia de quarenta e oito horas.
Prá lá de trinta e quatro unidades de tempo. Em algum momento antecedente houve o tal do pedido, assim meio escamoteado, mas nada que tirasse a ventura – a situação foi mais do que digna. Doze horas de ’sono’ e uma família adquirida. Aniversários, por ora, são complexos; o meu foi o benemérito pelo novo ciclo completado. Único: sem energia elétrica, até certo ponto. Meia noite com take only what you need from it e alguém ao meu lado. Outras doze horas. Faith no More e Frusciante, não necessariamente nessa ordem.
Acentuo: 192 horas. Das quais as últimas 96 foram, merecidamente, inexplicáveis.

Segunda-feira gelada de vinte e um anos e café com canela. Almoçando Stella Artois, Doritos e Blind Melon. Vinte e um anos pedindo os parabéns para qualquer pessoa que passasse por mim. Vinte e um anos justificando faltas alheias para professores e comunicando a evolução de um relacionamento. Vinte e um anos em que estive fora do mapa…

Vinte e um, número bonito e significativo. Também tenho apreço pelo dezenove. Não é mero acaso: ímpar e sincrónico. 19 e 21. Tem seu charme, vai. No fim das contas, temos um quarenta. Piegas, mas dois ímpares resultou num par.

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