Anestesia geral. Encontro-me em estado total de anestesia geral.
Não sei por onde começar. A priori, este post não seria nada específico; às vezes sou um tanto quanto irresoluta.
Não estava esperando por ‘isso’ (chega a ser um disparate tratar por ‘isso’, mas não me vem à memória algo mais correto). Não esperava por arguição minha mesmo – no que diz respeito à relações interpessoais, fizeram-me acreditar que sou incapaz de ser realmente ‘especial’ para alguma pessoa. Querendo, ou não, ‘isso’ mostrou-me que, sim, quem sabe tenho alguma capacidade de ser importante para alguém. Falar que soa pretensioso acaba soando confuso também, mas é assim mesmo.
Felicidade catatônica. Ímpetos de sentimentos. Sentimentos. “As metáforas são uma coisa perigosa, não se brinca com as metáforas (…)”. Você conhece esse trecho – talvez não reconheça assim, logo de cara, mas sei que conhece…
Poderia continuar esse texto referindo-me, mesmo que implicitamente, à diversos momentos [nossos. dos mais simples aos mais sublimes. de nós para nós mesmos.] mas nem sempre os pensamentos fluem de maneira organizada e passíveis de serem publicados. Poderia ser mais explícita, mas eloquência não vem ao caso. A intensidade dessas palavras é irredutível…
Bom mesmo é saber que todos os acidentes de percurso valem a pena quando lhe aproxima ainda mais da pessoa certa…