Junho 26, 2009...9:50 pm

it’s so lonely when you don’t even know yourself

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Dia cinza e frio – ainda assim muito bem acompanhado [como sempre têm sido].

Aniversário póstumo de Hillel Slovak (sim, eu e meus aniversários póstumos). Uma das poucas mortes que, quando leio sobre, me faz chorar. Puro engodo, talvez. Não só pelo fato de que ele foi um puta guitarrista, mas sim porque sempre coloco-me no lugar de Kiedis, que perdeu um de seus melhores amigos. 

Lembro do infausto ano de 2003, quando perdi três grandes amigos num intervalo de, no máximo, seis meses. Tudo bem, não posso nem comparar um acidente de carro e um assassinato com uma overdose de heroína. Ainda assim, sinto uma tristeza infinda quando relembro a passagem que Kiedis conta seu desespero frente à morte de Hillel… Ele viu seu amigo morrer; a pessoa com quem conviveu desde criança/adolescente, dividiu loucuras, drogas, bandas, músicas e, no auge dos seus 26 anos, desistiria da vida [sim, Hillel sabia que não sobreviveria].

H. Slovak nasceu em Israel e mudou-se para a Califórnia aos cinco anos de idade. Aprendeu a tocar guitarra na Fairfax High School, onde conheceu Kiedis e Flea – a quem, diga-se de passagem, ensinou a tocar baixo. Montaram a Tony Flow and the Miraculously Majestic Masters of Mayhem, mudando, em 83, para Red Hot Chili Peppers.

Never too soon to be through
Being cool, too much too soon
Too much for me and too much for you
You’re gonna lose in time
Don’t be afraid to show your friends
That you hurt inside
Pain’s part of life don’t hide behind your false pride…
It’s a lie.. your lie
 
If you see me getting by,
If you see me getting high,
Knock me down.
I’m not bigger than life

hillel

 

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