Monthly Archives: July 2008

hail, Burton!

Qualquer um que me conhece sabe o quão sou apaixonada por Tim Burton. É algo que vem de muito tempo e só quem consegue mergulhar na mentalidade dele entende.

Já faz uns bons meses que anunciaram os novos projetos dele (se não me engano, foi em novembro do ano passado): um remake em 3D e performance capture de Alice no País das Maravilhas e uma nova versão para um de seus primeiros trabalhos, Frankenweenie
Sobre o primeiro: aposto todas minhas fichas que sairá coisa boa (boa não, ótima). Algo do nível de Charlie and the Chocolate Factory para melhor. (Confesso que na segunda versão senti falta das músiquinhas clássicas dos Oompa Loompas, mas Danny Elfman não deixou a desejar com a trilha meio jazz). Inclusive ele já anunciou que quem interpretará Alice será a australiana Mia Wasikowska (aquela “loirinha”  que fez Suburban Mayhem e Defiance).
Agora sobre o segundo: não faça isso, Burton! Se você quer optimizar seu tempo e ter bastantes coisas para fazer, eu entendo; mas não faça isso! 
Tá certo, como sei que de nada adianta fazer apelos à ele por aqui, o que me resta é esperar para ver o que sairá. Tudo bem, ele é o mestre do stop motion, mas Frankenweenie já é suficientemente perfeito para ter uma outra versão.

Enfim, juntarei alhos e bugalhos.
Encerro com o vídeo de Vincent – sua primeira animação. Como não faz muito tempo que li sobre o curta na biografia dele, preciso dizer que o mesmo só foi concretizado porque alguns amigos do Burton emprestaram dinheiro e o incentivaram, principalmente porque ele era inexperiente com stop motion. Na época ele trabalhava nos estúdios Disney e, segundo o próprio, “foi uma péssima junção”. No tempo que ficou lá, reclamava que era infeliz porque os produtores só queriam coisas “fofinhas”. Burton escreveu o poema de Vincent inspirado no seu grande escritor infantil, Dr. Seuss e no seu ídolo, Vincent Price.

E ele ainda afirma que, com esse curta, “salvou muitas crianças que nunca ninguém conhecerá”.
Fui uma delas.
Muito prazer, Mayella  Rawietsch Krause.

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falta pouco

Às vezes fico chocada com coisas que me fazem perceber como os anos passam rápido. Falta menos de um mês para o quarto álbum do Slipknot ser lançado… isso depois de longos quatro anos sem produzir nada. Lembro perfeitamente do dia que vi na TV a declaração do Corey dizendo que eles entrariam num longo período de férias (coisa que eles não faziam desde o lançamento do Iowa), e isso foi em 2005!!! 

No começo eu fiquei chocada (mais ou menos como quando o System anunciou férias por tempo  indeterminado), mas como eles deixaram pré-agendando que voltariam em 2008, o choque passou. Durante esses 3 anos de espera muita gente palpitou sobre como seria o novo cd e se conseguiria ser tão bom foda quanto o Vol. 3: Subliminal Versus. 

Agora, no fim de julho desse ano, eles entraram em turnê para divulgar o All Hope is Gone antes mesmo de ser lançado (inclusive, no primeiro show, Sid Wilson – o DJ – pulou do palco e rompeu os dois tornozelos. Agora ele toca de cadeira de rodas!!). Por causa disso, vazou na internet milhares de vídeos dele tocando algumas das novas músicas. 

Semana passada baixei duas delas, Psychosocial e a faixa-título, All Hope is Gone. E digo: é bruto! Não sei quanto ao resto, mas essas duas não fazem lembrar nem um pouco o Vol. 3. As pick-ups sumiram significativamente, a bateria está muito mais rápida e com muito mais pratos, e as guitarras tiveram uma leve trabalhada. Me fez lembrar Sepultura das antigas.

Quem produziu o cd foi o Dave Fortman. E preciso parabenizá-lo, afinal não é qualquer um que consegue fazer uma banda de nove integrantes gravar o quarto cd e fazer soa-lo  diferente dos três primeiros. Tudo bem que o Rick Rubin fez milagre no Vol. 3 (afinal, Rick Rubin é Rick Rubin e sempre vou pagar pau pra ele) quando desenterrou um vocal mais melódico do Corey Taylor e trabalhou divinamente todas as harmonias, mas Fortman cumpriu sua tarefa como produtor. 
Sem falar que eles fizeram um upgrade nas máscaras e roupas, que gerou em algo histórico: 9 capas diferentes na Kerrang!. Em 27 anos de existência, a revista só deu capas exclusivas para o Kiss e para  a merda infinita do My Chemical Romance (que não mereciam, mas o que posso fazer…).

Agora, depois de 3 anos esperando por isso, cá estou eu, me roendo de ansiedade para que essa bolachinha chegue logo por aqui.

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tome tento, menina!

Venho por meio deste homenagear Dona Madalena, a diarista daqui de casa. Calculo que ela deve trabalhar para minha mãe por uns 10 anos – se não mais. E cada ano que passa, minha convicção de que empregadas e diaristas nascem predestinadas para esse tipo de trabalho só aumenta. Isso porque todas elas tem suas peculiaridades: umas se consideram parte da família e fazem de tudo pelo bem-estar da mesma, enquanto outras botam o pé para fora da casa e já saem fofocando para a vizinhança toda que achou uma coleção de Playboy no quarto do piá de 13 anos. Algumas sabem limpar vidros e outras esquecem de limpar o box.
Dona Madalena, por exemplo: no começo ela tinha mãos ótimas para limpeza pesada.. e era tão pesada que sempre acabava quebrando alguma coisa – na maioria das vezes, era justamente os enfeites que minha mãe mais gostava. Para piorar, ela não falava que tinha quebrado, simplesmente montava tudo e deixava ali, até o dia em que algum infeliz encostasse no móvel e a peça se espatifasse toda. Mas ela parou com isso no dia em que escutei ela quebrando um pote de geléia. Na hora eu pensei que ela poderia “salvar” a geléia e colocar em algum outro pote, daquele jeito, suja e cheia de caquinhos. Por isso desci até a cozinha e falei: “Não tem problema! Tudo na vida tem um fim!”. Depois daquele dia, todas as quintas-feiras a gente encontrava os cacos na lavanderia. 
Atualmente ela está mais cuidadosa, porém adquiriu outra mania: a de mudar as coisas de lugar. E cá estou eu, procurando meu livro da Janis Joplin há uma semana e nada. Isso porque faltava pouco para terminá-lo. Enfim….

A homenagem fica por conta do Fernando Sabino, com a crônica “Empregadas“:

Desavença
Entre outras virtudes, as novelas de televisão têm a de enriquecer com novas expressões o vocabulário das empregadas. Só porque a patroa riscou três fósforos para acender o gás e em seguida atirou-os ao chão, a cozinheira exclamou:
— A senhora não devia fazer assim! Por causa disso ainda acaba provocando uma desavença no lar.

Como a patroa não entendesse e pedisse explicações, a cozinheira esclareceu o que parecia óbvio:
— Então isso não pode causar um incêndio?

Falar difícil
A empregada de um amigo meu tem mania de falar difícil. Está preparando o enxoval da filha e assegura a todos, com firmeza, que sua filha não se casará enquanto não estiver completamente enxovalhada.
Comentário dela, extasiada diante de um buquê de flores que a patroa trouxe da feira:
— Ah, mas que flores mais bonitas! Tão sinceras! Tão disfarçadas!


Outro dia, o gato da casa começou a se esfregar em suas pernas, ela o espantou com um gesto:


— Chiba, gato, infalivelmente! Que gato exterior, meu Deus.

Os simples de coração
Foi buscar os óculos da patroa, a pedido desta, e depois perguntou, muito séria:
— Afinal de contas, a gente diz “ócris” ou “zócris”?
A empregada veio anunciar o almoço:


— Gente, tá na hora de murçá.
— Não é assim que se fala — corrigiu a patroa.


E ela, imperturbável:


— Eu sei que é “armuçá”. Mas eu quero falar murçá.

O tal da televisão
Ao chegar em casa, recebi o recado da empregada:


— Telefonou um moço para o senhor.
— Deixou o nome?


— Disse que era o tal da televisão.


Tenho vários amigos na televisão. Só a TV Globo está cheia deles. E os da Bandeirantes, da TV Educativa…
No dia seguinte, a mesma coisa:


— O tal da televisão tornou a telefonar.
— Se ligar de novo, pergunta o nome dele.


Da terceira vez, perdi a paciência:


— Eu não disse que era para perguntar o nome?


— Eu perguntei! — protestou ela — Pois ele tornou a dizer que era o tal da televisão.
Cheguei a pensar se não seria alguém que eu tivesse chamado para consertar a televisão — que, aliás, estava em perfeitas condições.

 Até que ele voltou a telefonar — só que desta vez eu estava em casa:


— O tal da televisão está chamando o senhor no telefone.


Fui atender. Era o meu amigo Dalton Trevisan.

Come e dorme
E minha amiga Glória Machado me conta que recebeu da empregada o seguinte recado:


— Seu doutor Alfredo telefonou dizendo que vai levar a senhora com ele hoje de noite no come e dorme.


Deixa o Alfredo falar! Ela sabia que o marido é surpreendente e dele tudo se espera — mas não a este ponto. 
Come e dorme!
 Que diabo vinha a ser aquilo?


Só foi entender quando mais tarde ele voltou do trabalho. Na realidade a convidava para um excelente programa: assistir naquela noite à apresentação no Rio da famosa orquestra de Tommy Dorsey.

Só uma vez
Uma amiga me conta o que se passou com uma empregadinha sua, a quem um dia mandou que fosse à padaria comprar pão.


Algum tempo depois a moça apareceu grávida. Quando a patroa lhe perguntou quem tinha sido, informou:


— O padeiro.


— Mas você só foi uma vez à padaria! — estranhou a patroa: — Como foi acontecer uma coisa dessas?


Ela ergueu os ombros, com um suspiro:

— Deus quis… 

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F.

No momento estou ocupada demais – brincando de Corel e criando cartazes para o Cinearte – para escrever algo de útil. Mas faço questão de agradecer publicamente ao Steve Jobs por ter me proporcionado a felicidade de um Mac! São em horas como essas que fico pensando como o Windows arruinou (e continua arruinando) a vida de bilhões de pessoas.

Alguém aí tem um American Spirit, por favor? Estou cansada desse maldito Malboro…

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precisamos de um Jesse James

Não aguentava mais chegar na casa do Claudio e ver milhares de teias de aranha na sala, uma colônia de louças criando vida em cima da pia e aquelas malditas marcas brancas de pasta de dente na cuba da pia. Por isso ontem eu o convenci de fazermos faxina. Sim, em pleno domingo de sol fiquei limpando a casa do meu namorado. Um total programa de índio, mas prezo belo meu bem-estar e, convenhamos, cozinha suja eu não tolero! Mas não quero pear-me a detalhes sórdidos de minha vida doméstica…

Como todo bom domingo – após a escravização – assisti filmes. Filme, na verdade. Ainda tinha alguns daqueles que o Renan gravou para mim, mas o Claudio queria ir na locadora (até porque o Paulinho e Beta juntaram-se a nós…). O problema é que só quem mora nesse fim-de-mundo sabe as porcarias que ocupam espaço nas prateleiras onde deveriam ter bons filmes. Depois de longos minutos vasculhando dvd’s, acharam “O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford” – filme que eu queria ter assistido lá em Park City, mas a preguiça de ir até um RedBox me consumia.

Não sou muito fã de faroeste e bang-bang, mas Jesse James é Jesse James! Além do mais, Brad Pitt precisava se redimir para com a minha pessoa (não entendo como que, depois de Too Young too die?, 12 Macacos, Snatch e Clube da Luta, ele conseguiu se rebaixar ao ponto Sr. e Sra. Smith). E conseguiu! Tá certo que ele começou seu pedido de desculpas com Babel, mas como Mickey O’neil (“do you like daigs?”)  não teve outro. 

Voltando ao filme…. Somente assista-o se você souber quem foi Jesse James e tiver interesse em peculiaridades da vida dele (caso contrário, achará parado, chato e “normalzinho”). Não vou dizer que a história é fantástica, porque não é. É relativamente triste e mostra até onde a inveja e a busca pelo reconhecimento e pela fama vão. Bob Ford foi um covarde de merda e teve a sorte de não ter uma morte pior e mais sofrida.

Além de tudo isso, o filme vale pela trilha sonora – elaborada pelo mestre Nick Cave! – que aparece no finalzinho, tocando seu violão, cantando um ode à Jesse James e irritando o almofadinha do Bob Ford.

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13 de julho não vale para o Brasil

 

long live

 

Porque música, quando você segue fórmulas, fica uma bosta. Não diz nada, não te faz bem e não tem verdade. Bordões não me satisfazem. Música tem que vir do espírito e fazer parte do teu corpo.

Mas, como tudo, ela está sofrendo profundas mudanças e alterações, tanto na técnica quanto na organização e sonoridade. As últimas décadas registraram as maiores invenções da história musical, com estilos surgindo e amadurecendo.  Reflexo das mudanças que a sociedade viveu e continua vivendo. Cultuamos o novo. O ode à novidade e a tudo que é recente é uma necessidade do nosso mundo. Nada mais normal que bandas apareçam a todo momento, conquistem seu lugar ao sol na mídia e tornem-se a nova moda. Só que o entusiasmo não deixa algumas pessoas fazerem uma análise demorada e com envolvimento. É o novo que move o mundo e brigamos para conseguir acompanhar esse ritmo do “novo”, mesmo que muitos de nós ainda estejamos reféns do passado.  Em termos de música, não podemos mais classificar e organizar em seções o que as bandas fazem; isso chega a até a ser injusto.

E onde eu quero chegar com tudo isso? No dia de hoje: 13 de julho. Dia Mundial do bom e jovem Rock’n’Roll. Como uma eterna amante da música, nada mais justo do que escrever sobre minha paixão prioritária. Mas, infelizmente, esse ano não vou escrever sobre meus primeiros cd’s e shows ou fazer cronologias que marcaram história.  Vou fazer o que faço melhor: reclamar. Sabe por quê? Porque de uns anos pra cá, os “Dias Mundias do Rock” tem sido cada vez mais decadentes e desfalcados nesse país. Minha salvação está perdida nas décadas de 70, 80 e 90, com Skylab, Lobão, Casa das Máquinas, Joelho de Porco, João Penca e seus Miquinhos Amestrados, Mutantes, Ultraje, Raimundos e Titãs (na época do Cabeça de Dinossauro)…. Bandas que tinham atitude e tinham um motivo real pelo qual faziam música.

Desde que essas bandinhas do gênero “não sei fazer um riff com mais de 2 acordes” começaram a pipocar na mídia, somos obrigados a suportar o Dia Mundial do Rock (leia bem, ROCK) com Nx Zero, Fresno, Cpm 22, Pulldown e outros insultos. E é insulto sim senhor. Para gente como nós, da velha “nova” guarda, que sabe distinguir o bom do péssimo, essas “bandinhas da moda” que nunca deveriam ter saído da garagem, são uma ofensa. Como diz o velho deitado: se isso é rock, quero ser mico – e um mico do João Penca, pelo menos.

Para provar que não estou mentindo, hoje estou indo para Joinville acompanhar meu digníssimo namorado & banda no festival que a Look Here promove para comemorar o “13 de julho”. Todas as bandas tocam covers e, adivinhem só: são covers de bandas gringas! E por quê? Porque o cenário do rock brasileiro faliu! Se ainda tínhamos alguma esperança quando os Mutantes voltaram, elas foram destroçadas e jogadas pela privada quando aquele coisinha do “Di”  (Nx Zero)  ganhou aquela porcaria do Prêmio Tim de Música Brasileira como melhor cantor. Assinaram o contrato de falta de noção e ofenderam todos os meus ídolos.

Depois de tudo isso, ainda não consegui eleger o que é pior: os grupinhos emos que cantam mal e tocam pior ainda, ou a homenagem que o Faustão inventou de fazer: reviver o RPM. Alguém sabe me responder em que nível chegamos? Fiquei pensando no Bob Geldof, coitado. Dedicou-se tanto ao Live Aid para consagrar esta data e mostar que os músicos não estão aqui somente para nosso deleite auditivo e para cheirar cocaína, mas também para lutar (ou pelo menos tentar) por um mundo mais justo e digno. Enquanto isso, o bolão do Faustão contribui para a desgraça televisiva, trazendo o Paulo Ricardo e seu olhar 43.

É por isso que brado: Viva o rock internacional! Viva os clássicos!

O jeito é comemar o Dia do Rock ouvindo manguebeat, com Nação e Mundo Livre – porque Mombojó não é grandes coisas, como todas as bandas dessa última geração perdida.

 

 

adendo: para o próximo post, fica uma espécie de cronologia comparada para aqueles que ainda tem dúvidas sobre isso.

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a morte é para poucos

Estou ficando preocupada… Na verdade, preocupada e paranóica.

Quando tinha meus 12 anos, imaginava tragédias nos momentos mais inofensivos, e o pior de tudo é que eu sempre fazia parte das mesmas. Se viajava de carro, imaginava que poderíamos ficar sem freio e acontecer um engavetamento; se tivesse um caminhão de tora na nossa frente, aí o terror era imenso: os cabos que prendiam a madeira se soltariam e as toras rolariam por cima de vários outros carros. Se estava a pé, pensava que seria assaltada, esfaqueada, sequestrada ou qualquer coisa do gênero, a qualquer momento. Viajando de avião poderíamos ficar sem combustível; numa montanha-russa eu poderia me soltar do colete cair do carrinho num looping, até numa simples apresentação de teatro eu proclamava o caos quando imaginava um incêndio e somente uma saída de emergência. Mais estranho de tudo é que eu sempre sobrevivia; saca aquela coisa de “viver para contar a história”?! Hoje em dia é que percebo como eu era psycho killer. (Num próximo post escrevo sobre minha adoração por túmulos quando era pequena!!).

Depois de um tempo esses devaneios pararam -talvez porque não tinha mais “criatividade” para elaborar tragédias variadas, ou então porque bloqueei toda aquela mordibez. Mas ontem, antes de dormir, tive um revival-horror-show quando escutei uns barulhos estranhos e fiquei imaginando que era alguém subindo as escadas para torturar psicológicamente todo mundo, inclusive meus cachorros!

Minha mãe diz que isso é culpa do Tarantino, mas eu culpo aquele talzinho do Mateus da Costa Meira, que invadiu um cinema em SP e metralhou a platéia – que só queria assistir Clube da Luta. O problema disso tudo está naquela coisa de “ser uma em um milhão: isso jamais vai acontecer comigo”. É aí que mora o perigo… e ele não avisa não, moço!

 

Adendo: Depois de muitas horas gastas (e dores nos olhos) no photoshop e no corel decidi que, por enquanto, vai ser esse o templante do blog. Pelo menos até eu me encher o saco e começar a trabalhar em cima da minha idéia inicial para o cabeçalho (que vai me custar outras boas horas enraizada nesse computador e muita, mas muita dor nos olhos).

 

 

Finalizo por hoje. Mirissola me deixou feliz e me deu idéias ótimas!

Um beijo no coração Juli[e].

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